21 de junho de 2010

Apartheid é vontade de Deus e não questionamos Deus!

Por ALine Souza

@souzaline



Em épocas de COPA do Mundo na África do Sul não há como não pensar na grande referência política e humana do país. É claro que estamos falando de Nelson Mandela, um grande líder que nunca se esqueceu de seus valores pelos quais lutou toda uma vida, sacrificando-se em muito! Para recordar o líder lançamos mão do filme Goodbye Bafana, 2007 de Bille August. Nesse título, cujo roteiro é baseado em livro de Bob Graham e James Gregory, temos um apanhado do que era o período histórico do Apartheid, que teve início em 1948 implantado pelo Partido Nacional na África do Sul, e que determinava que os brancos detinham o poder e os povos restantes eram obrigados a viver separados dos brancos, de acordo com regras que os impediam de ser verdadeiros cidadãos. Este regime foi abolido por Frederik de Klerk em 1990 e, finalmente, em 1994 eleições livres foram realizadas e Mandela foi eleito presidente do país até 1999.

A base da história se passa na missão que recebe o policial James Gregory, vivido pelo ator Joseph Fiennes, de ser o responsável pela censura imposta aos prisioneiros negros e políticos em finais de 1968, ano que o mundo ferveu no calor de diversas manifestações populares e rebeliões em vários continentes. O policial, por falar a língua natural africana, origem de sua antiga amizade com uma criança negra, é o escolhido para ficar de olhos bem abertos em nada mais nada menos que Nelson Mandela, vivido pelo ator Dennis Haysbert, que nessa época já era um preso muito importante e que não poderia simplesmente ser morto pelo regime, sob o perigo de ele se tornar um mártir.


Nelson é ícone de uma era onde prevaleciam pensamentos obscuros de uma burguesia branca, no qual os negros são terroristas que querem matar os brancos e lhes roubar a terra; mesmo em se tratando de uma África ocupada e colonizada onde as terras foram confiscadas de seus donos originais. Percebemos também uma conduta de James Gregory de agradar aos chefes oficiais para ser promovido, quando ainda é instaurada a política da subserviência. Tal conduta, muitas vezes pode ser vista como bajulação barata e sem propósito. Numa empresa, o que poderia ser visto com bons olhos pelos gestores, pode causar antipatia. Ao contrario, vemos em Mandela uma preocupação séria e consciente de falar o pensa e como pensam o seu povo de maneira ponderada, certos de sua razão, com verdade nos olhos.

O grande líder Nelson Mandela também nos mostra no filme como ter uma reação correta diante de atitudes de corrupção. Usando de autonomia para saber o seu lugar, ele utiliza a falha do regime contra ele próprio, indicando publicamente a tentativa de quebrar as regras para atingi-lo psicologicamente. A grande lição que fica é que com atitudes honestas e honradas convencemos a todos de nosso ponto de vista! Até mesmo quando o policial está mentindo ter autorização superior para conseguir ler a Carta da Liberdade, escrita no Congresso Nacional Africano (CNA) como um documento antiapartheid e proibido, sua convicção e certeza do objetivo maior convencem seus interlocutores.


Já em 1976, Gregory parece perceber que há coisas mais importantes do que uma promoção. Mandela continua preso e sendo arma de barganha política, apesar de estar firme com suas convicções nacionalistas e libertárias. Em 1982 ele diz que a África do Sul precisa de jovens preparados para serem grande líderes, pois ele mesmo está envelhecendo. Sanções internacionais são impostas ao país para que o libertem após 18 anos de cárcere. O bairro de Soweeto é o mais combativo e representativo nessa luta pela liberdade do líder e Mandela se pergunta na prisão se parar com a luta armada é de fato garantia de justiça e de paz por parte dos governantes. “Se quem tem o poder nega a sua liberdade, então o único caminho é o poder”, disse. Não o libertam porque isso significaria dar poder ao povo, o que é inadmissível até mesmo nos dias de hoje!

No total foram 27 anos atrás das grades e infinitos anos sofrendo a tentativa de desmoralização pública e a separação da família, sem poder ver os filhos crescer, terem seus filhos. Somos agraciados com a conduta de sensibilidade e força de Mandela. Liberto em 1990, o policial Gregory se torna tenente, o que aprofunda sua percepção de que o que vale de fato na vida é o que levamos das pessoas o fruto de nosso aprendizado. A verdade é o que vale e na busca dela podemos realizar o nosso trabalho, seja ele qual for.



25 de maio de 2010

Filmes Clássicos para RH

Do site RH POrtal


Da tela dos cinemas para a área de Recursos Humanos: "Gênio Indomável", "Sociedade dos Poetas Mortos" e "Bagdá Café" são ótimas opções de filmes que podem ser utilizados nas salas de treinamento.

Da tela dos cinemas para a área de Recursos Humanos: "Gênio Indomável", "Sociedade dos Poetas Mortos" e "Bagdá Café" são ótimas opções de filmes que podem ser utilizados nas salas de treinamento.

Cineastas como Stanley Kubrick, Bernardo Bertolucci e Peter Weir nem sequer poderiam suspeitar, mas, ao dirigirem seus filmes, prestaram também uma contribuição inestimável para a área de Recursos Humanos das empresas. Suas obras, assim como a de diversos outros diretores, vem servindo como poderosos transmissores de mensagens e conceitos para o mundo corporativo.

Do ponto de vista didático estes filmes "cedem" algumas cenas da sua trama para serem utilizadas em sala de treinamento, principalmente sobre os temas ditos comportamentais e/ou atitudinais. Em alguns casos, pode-se utilizar o filme todo para apoiar o trabalho de treinamento, desde que sua projeção seja feita por partes e apoiada por exercícios complementares. A utilização mais conhecida deste recurso costuma atender a três objetivos:



1) Ilustrar, com exemplos práticos, aspectos conceituais que estão sendo discutidos.



2) Aprofundar a discussão de um tema específico.



3) Apoiar e complementar exercícios estruturados em sala.

Existem muitos filmes comerciais que, por terem sido freqüentemente utilizados, se tornaram muito conhecidos nas salas de treinamento. O caso mais clássico é "Doze homens e uma sentença" que ainda hoje ganharia o Oscar se a academia de cinema acrescentasse as categorias "Trabalho em Equipe", "Funcionamento de Equipes de Projeto", "Conflitos Intra-Grupais e Interpessoais". Outro que foi muito utilizado é "Águia em chamas" que levaria o Oscar na categoria "Tomada de Decisão Estratégica" e "Liderança"

Outras cenas/trechos podem ser encontrados para se ilustrar e discutir outros tantos temas, por exemplo, nos seguintes filmes:



- "Sociedade dos Poetas Mortos" e "Nascido para Matar": Liderança, estilo do líder e sua influência sobre a performance do grupo.



- "Gênio Indomável": Avaliação de performance e de potencial, e coaching.



- "Bagdá Café", "Mudança de Hábito": Gestão da mudança e papel do agente de mudança.



- "Do que as Mulheres Gostam" e "Joana DArc": Questão feminina no trabalho.



- "O Pequeno Buda": Conflito de valores.



- "Por Amor ou Por Dinheiro": Vínculo entre empresa e empregado.



- "Apollo 13": Tomada de decisão.

Os exemplos ainda poderiam ser muitos, mas estes são suficientes para mostrar a riqueza e a potência deste recurso na ilustração de aspectos pessoais e interpessoais no trabalho. Utilizados desta forma, os filmes comerciais proporcionam ao treinando uma linguagem metafórica que provoca reflexão e interpretação de maneira projetiva e envolvente. Já os filmes tradicionais/convencionais de treinamento descrevem e explicitam comportamentos considerados adequados, de forma muito abrangente, induzindo a interpretações racionais que, sabemos, não são a melhor forma de compreender comportamentos e atitudes. Na verdade, estes filmes são do tipo "siga a receita".

Qualquer filme comercial se presta para este intuito (todos os filmes citados passaram pelo circuito comercial de cinema e se encontram disponíveis na grande maioria das locadoras de vídeo). Porém, é essencial que o treinador trabalhe com antecedência sobre ele, buscando adaptar adequadamente o conteúdo das cenas aos objetivos que está perseguindo. Ou seja, a utilização despreparada deste recurso pode ser desastrosa, portanto recomenda-se muito cuidado para, literalmente, não se "queimar o filme".



Luís Felipe Cortoni cortoni@lczconsultoria.com.br
Formado em Psicologia. Iniciou sua carreira no Departamento de Desenvolvimento Gerencial da Mercedes Benz do Brasil em 1981

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DICAS DE FILMES

Desafiando Gigantes

Nunca Desista, nunca volte atrás, nunca perca a fé.



Sinopse:

Mesmo quem não entende nada de futebol americano, pode se emocionar com essa produção que tem um tema universal que, aplicado ao esporte, consegue angariar um bom apelo.

Trata da história de um técnico de futebol americano de uma escola que, em seis anos, jamais conseguiu levar seu time a um campeonato vitorioso.

Se sua vida profissional não vai nada bem, não é muito diferente com a sua vida pessoal.

Assim, com todos os aspectos da sua vida lhe dando insatisfação, a idéia de desistir do esporte lhe parece mais tentadora do que jamais pareceu.

Mas quando um estranho visitante chega ao local, sua visão começa a mudar, já que o homem começa a mostrar ao técnico que o poder da fé poderá ser a sua salvação, e a perseverança poderá lhe dar a chave para vencer.



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Como Enlouquecer Seu Chefe

Sinopse:



Peter Gibbons (Ron Livingston) é um programador de computadores que trabalha na Initech fazendo upgrade dos softwares e sente-se muito infeliz no emprego. Mas após uma sessão de hipnose seu comportamento muda e ele passa a não cumprir horários nem fazer nada daquilo que lhe foi determinado. Porém, quanto mais se rebela mais é elogiado por especialistas em produtividade, que lhe dão uma promoção e fazem isto no mesmo período em que várias pessoas são demitidas.





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Quando Nietzsche Chorou

Sinopse:

Adaptação de um dos maiores sucessos literários no Brasil, o livro homônimo de Irvin Yalom, o filme “Quando Nietzsche Chorou” conta à história de um encontro fictício entre o filósofo alemão Friedrich Nietzsche (Armand Assante) e o médico Josef Breuer (Ben Cross), professor de Sigmund Freud (Jamie Elman). Nietzsche é ainda um filósofo desconhecido, pobre e com tendências suicidas. Breuer passa por uma má fase após ter se envolvido emocionalmente com uma de suas pacientes, Bertha (Michal Yannai), com quem cria uma obsessão sexual e fica completamente atormentado. Breuer é procurado por Lou Salome (Katheryn Winnick), amiga de Nietzsche, com quem teve um relacionamento atribulado. Ela está empenhada em curá-lo de sua depressão e desespero e pede ao médico que o trate com sua controversa técnica da “terapia através da fala”. O tratamento vira uma verdadeira aula de psicanálise, onde os dois terão que mergulhar em si próprios, em um difícil processo de autoconhecimento. Eles então descobrem o poder da amizade e do amor.



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Treino para a Vida

Filme muito bonito, com uma mensagem de uma liderança positiva, que toma as decisões que precisam ser tomadas visando o desenvolvimento da equipe, mesmo que para isto seja alvo de críticas. Firme no que acredita, não admite que o sucesso seja a única meta da equipe. Luta para fazê-los vencedores, não apenas no jogo, mas principalmente na vida.



Sinopse



Richmond, Califórnia, 1999. O dono de uma loja de artigos esportivos, Ken Carter (Samuel L. Jackson), aceita ser o técnico de basquete de sua antiga escola, onde conseguiu recordes e que fica em uma área pobre da cidade. Para surpresa de muitos ele impõe um rígido regime, em que os alunos que queriam participar do time tinham de assinar um contrato que incluía um comportamento respeitoso, modo adequado de se vestir e ter boas notas em todas as matérias. A resistência inicial dos jovens acaba e o time sob o comando de Carter vai se tornando imbatível. Quando o comportamento do time fica muito abaixo do desejável Carter descobre que muitos dos seus jogadores estão tendo um desempenho muito fraco nas salas de aula. Assim Carter toma uma atitude que espanta o time, o colégio e a comunidade.



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Um Ato de Coragem

Sinopse:

John Q. Archibald (Denzel Washington) é um homem comum, que trabalha em uma fábrica e vive feliz com sua esposa Denise (Kimberly Elise) e seu filho Michael (Daniel E. Smith). Até que Michael fica gravemente doente, necessitando com urgência de um transplante de coração para sobreviver. Sem ter condições de pagar pela operação e com o plano de saúde de sua família não cobrindo tais gastos, John Q. se vê então numa luta contra o tempo pela sobrevivência de seu filho. Em uma atitude desesperada, ele então decide tomar como refém todo o setor de emergência de um hospital, passando a discutir uma solução para o caso com um negociador da polícia (Robert Duvall) e com um impaciente chefe de polícia (Ray Liotta), que deseja encerrar o caso o mais rapidamente possível.

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A Corrente do Bem

Sinopse:



Eugene Simonet (Kevin Spacey), um professor de Estudos Sociais, faz um desafio aos seus alunos em uma de suas aulas: que eles criem algo que possa mudar o mundo. Trevor McKinney (Haley Joel Osment), um de seus alunos e incentivado pelo desafio do professor, cria um novo jogo, chamado “pay it forward”, em que a cada favor que recebe você retribui a três outras pessoas. Surpreendentemente, a idéia funciona, ajudando o próprio Eugene a se desvencilhar de segredos do passado e também a mãe de Trevor, Arlene (Helen Hunt), a encontrar um novo sentido em sua vida.



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Click

Sinopse:



Michael Newman (Adam Sandler) é casado com a atraente Donna (Kate Beckinsale), com quem tem um casal de filhos maravilhosos, Ben (Joseph Castanon) e Samantha (Tatum McCann). Só que ele não tem oportunidade de vê-los com freqüência, pois tem feito serão até tarde no escritório de arquitetura em que trabalha, na esperança de que seu chefe mal-agradecido (David Hasselhoff) reconheça algum dia sua contribuição valiosa e lhe ofereça sociedade na firma. Quando tiver uma vida mais confortável garantida, aí sim ele poderá dar toda a atenção à mulher e aos filhos. Pelo menos, isso é o que ele vive dizendo para si mesmo. Depois de passar uma noite em claro trabalhando, Michael está exausto e se frustra, quando não consegue nem descobrir qual dos seus muitos controles remotos liga a televisão. Ele decide, então, comprar um controle universal perfeito para operar todos os seus equipamentos eletrônicos e acaba nos fundos da loja Cama, Banho & Além, onde um funcionário excêntrico, Morty (Christopher Walken), lhe dá um controle remoto experimental único e turbinado com a garantia de mudar a sua vida. E Morty não estava brincando. Logo, Michael se torna o mestre do seu próprio universo, controlando todos os seus aparelhos ao “click” de um único botão. Mas o controle remoto possui outras funções mais surpreendentes. Ele é capaz de abafar o som dos latidos de Sundance, o cachorro da família — e, ainda mais espantoso, adiantar o tempo, poupando-o de uma discussão chata com sua mulher.



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A Procura da Felicidade

Sinopse:



Chris Gardner (Will Smith) é um pai de família que enfrenta sérios problemas financeiros. Apesar de todas as tentativas em manter a família unida, Linda (Thandie Newton), sua esposa, decide partir. Chris agora é pai solteiro e precisa cuidar de Christopher (Jaden Smith), seu filho de apenas 5 anos. Ele tenta usar sua habilidade como vendedor para conseguir um emprego melhor, que lhe dê um salário mais digno. Chris consegue uma vaga de estagiário numa importante corretora de ações, mas não recebe salário pelos serviços prestados. Sua esperança é que, ao fim do programa de estágio, ele seja contratado e assim tenha um futuro promissor na empresa. Porém seus problemas financeiros não podem esperar que isto aconteça, o que faz com que sejam despejados. Chris e Christopher passam a dormir em abrigos, estações de trem, banheiros e onde quer que consigam um refúgio à noite, mantendo a esperança de que dias melhores virão.





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O Diabo Veste Prada

Sinopse:



No mundo inebriante da moda de Nova York, onde o manequim 36 é o novo 40 e um cabelo mal arrumado pode acabar com uma carreira, a revista Runway é o próprio Santo Graal. Administrada com pulso forte e sofisticado por Miranda Priestly (MERYL STREEP), a mulher mais poderosa da moda, Runway é uma temível armadura para qualquer um que deseje vencer na indústria da moda.

Para transformar a revista na bíblia da moda de Nova York e, portanto, da moda mundial, Miranda não deixou pedra sobre pedra em seu caminho, inclusive uma longa lista de assistentes que não conseguiram se manter no posto. É um emprego ao qual só sobrevive quem não tem respeito próprio e, no entanto, é uma oportunidade pela qual um milhão de jovens mulheres em Nova York matariam para conseguir.

Um cargo de assistente de Miranda poderia escancarar as portas para a recém-formada Andy Sachs (ANNE HATHAWAY). Mais para estudante sem estilo do que para haute couture, ela figura solitária entre o pequeno exército de “saltinhos” da equipe da Runway – divas da moda magérrimas, batendo seus saltos altíssimos pelos corredores da matriz da revista em Manhattan. Quando Andy chega para a entrevista, começa a entender que será preciso mais que iniciativa e determinação para vencer nessa área. E o teste definitivo está diante dela, vestida de Prada dos pés à cabeça.

Miranda tem o poder de fazer o mundo fashion girar como uma bola de basquete, mas é incapaz de encontrar e manter uma boa assistente. Andy é toda inadequada para o cargo, mas tem algo que falta às outras assistentes: ela se recusa a fracassar.

Para tornar-se a assistente perfeita, Andy terá de passar por uma transformação. Logo, para desgosto de seu namorado Nate (ADRIAN GRENIER), ela será capaz de falar como deve, andar como deve (num impecável Manolo Blahnik) e nunca mais confundir Dolce e Gabbana. Porém, quanto mais enxerga a vida pelos olhos de Miranda, mais compreende que o mundo dela é fabuloso, mas solitário; e que, por vezes, o sucesso depende de um grande sacrifício – mas a que preço?



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Desafiando Os Limites

Sinopse:



Burt Munro (Anthony Hopkins) é um homem neozelandês que quebrou o recorde mundial de velocidade sobre rodas. Nascido em uma pequena cidade em 1899, Munro sonhava em romper as barreiras do anonimato provinciano e escrever seu nome na história como o homem mais rápido do mundo. Em 1967, depois de passar a vida trabalhando na sua adorada motocicleta Indian Scout, Munro embarca em uma viagem para Utah, Estados Unidos, para participar de uma corrida. Já idoso, ele consegue realizar seu sonho e torna-se um herói nacional em seu país de origem.



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Motoqueiros Selvagens

Sinopse:

Um filme com um elenco de peso, tanto nos atores principais quanto nos secundários, é o que caracteriza uma das apostas da Disney para este ano através do selo da Touchstone. Contando com Tim Allen (“Soltando os Cachorros”), John Travolta (“Olha quem Está Falando”), Martin Lawrence (da franquia “Bad Boys”) e William H. Macy (“Jurassic Park 3″), eles vão pegar a estrada nessa atrapalhada comédia-aventureira “Wild Hogs”. O filme fala sobre um grupo de amigos que já estão beirando a meia-idade que decidem dar uma guinada em suas rotinas da vida suburbana com uma viagem de motocicletas e, de preferência, sem destino pelas estradas americanas. Dando uma parada total nas vidas “dos seus sonhos”, como os trabalhos estressantes ou as responsabilidades familiares, eles mal podem esperar para sentir a sensação de liberdade quando pegarem a estrada. Quando esse atrapalhado quarteto, que cresceram mais acostumados com os sofás do que com as selas de motos, saírem para a sua “experiência única de vida” eles acabam se deparando com um mundo mais além do que eles poderia barganhar. A viagem começa a desafiar a inteligência e sua sorte, especialmente durante uma chance de corrida com Del Fuegos, uma gangue de motociclistas de verdade, que com certeza não estão nem um pouco contentes com a chegada do quarteto. Enquanto eles procuram por aventuras, logo descobrirão que embarcaram em uma jornada que, com certeza, eles nunca mais esquecerão.

18 de maio de 2010

A Arte imita a vida: o maior fraudador de todos os tempos!

Por ALine Souza

@souzaline

Este mês estamos tratando um assunto muito polêmico e que tem se tornado fator de relevância quando se trata de gestão empresarial. Estamos falando das fraudes nas empresas. Quase ninguém ouve falar desse problema porque a mídia só o noticia quando se trata de uma empresa estatal, pública, ou seja, as pequenas empresas quase nunca se mostram como sofredoras do mal. E o que é pior, as grandes empresas influenciam as menores. No Brasil, a tradição da corrupção pode gerar uma cultura coorporativa nociva que não estabelece parceria com a empresa onde se trabalha.

Para este tema escolhemos trabalhar com o filme Prenda-me se for capaz (2002), título original - Catch me if you can -, de Steven Spielberg. Nele, um jovem, traumatizado com a separação de seus pais e com um sentimento de idolatria pelo pai, foge de casa para se tornar o maior falsário de todos os tempos nos EUA com apenas um talão de cheques no bolso e sem quase nada na conta bancária. Este jovem, vivido no filme pelo ator Leonardo Dicaprio, cria diversas práticas para postular suas fraudes de maneira a lesar não uma empresa em particular, mas sim a conjuntura nacional do sistema bancário norte-americano. É como se ele tivesse levado muito a sério a frase do seu pai quando lhe entrega seu primeiro talão de cheques: “Você agora faz parte do clubinho deles”! Cinqüenta cheques é o ingresso!

O filme faz o gênero policial, cuja maior trama está na perseguição implacável do policial Carl Hanratty (Tom Hanks) em busca do ladrão de bancos mais famoso que burla todas as leis do país, ainda que seja somente um menino. Com sua história estampada nos principais jornais, o jovem Frank Abagnale Jr, sabe mentir muito bem com apenas 18 anos de idade e aperfeiçoa essa “arte” aprendida com o pai após se distanciar dele. Foi médico, advogado, co-piloto e sabia se disfarçar como ninguém numa época em que o mundo literalmente pegava fogo em meio a revoltas de cunho socialista pré-1968 e a Guerra do Vietnã.

Frank Jr quer tanto fazer parte do clubinho que se utiliza de identidades falsas, seguros inexistentes, cheques falsificados e muita lábia. O filme deixa claro ainda no começo da história (1963) que a figura do pai é a grande inspiração, mostrando homenagens feitas a ele, seus tempos de glória e a passagem repentina para uma pobreza que nem de longe está perto da nossa.

Numa sociedade onde a deturpação de valores éticos e morais se misturam com o consumo exagerado, em um meio social onde o que importa é aquilo que se tem e não daquilo que se é torna-se compreensível a busca insana de Frank Jr por um mundo de fantasias. Entretanto, podemos pensar que os bancos de quem ele rouba são as empresas onde muito acontecem fraudes do mesmo gênero, e se ali os valores são vazios e sem referência de limites, no ambiente empresarial, problemas pessoais e de origem financeira também podem ocasionar ou propiciar a fraude.

A fraude demonstra fragilidade dos controles internos e até uma fragilidade administrativa. Vários fatores podem ocasionar uma fraude, um deles é o fato do endividamento do sujeito que fica mais propenso a lesar a empresa onde trabalha, outro pode ser a fraqueza pessoal emocional, quando problemas pessoais afetam sistematicamente a vida profissional. Para o nosso jovem fraudador bastou o desemprego e a falta dos padrões e do status social para cometer fraudes.

Na esfera das empresas a fraude obriga os gestores a prestar contas perante todos que têm algum tipo de relação com a empresa. É preciso divulgar entre os trabalhadores a legislação brasileira e internacional sobre corrupção; estabelecer compromissos com seus colaboradores de cooperação; adotar comportamento ético e legal frente a todas as ações e honrar com os compromissos assumidos. Estes são alguns dos tópicos que podemos eleger para se evitar fraudes.

Com atuações de tirar o chapéu, Tom Hanks em muitos momentos demonstra ser o pai que o garoto fraudador tinha ausente, o pai real e não o cheio de devaneios, apaixonado por outra vida e desiludido com a separação da esposa. Aqui o gestor é o policial, que precisa prestar contas para sociedade e para os colegas de trabalho e provar que é capaz de prender o falsário custe o que custar.

É bom lembrar, ainda que seja adepto a uma prática não muito louvável no início do filme, Frank Abagnale Jr acaba por ter uma segunda chance na vida. Na prisão ele tem a chance de sair do crime e da lista de procurados do FBI. Suas qualidades de não ter medo diante do inimaginável, ter coragem e simpatia, procurar se informar acerca das profissões que iria se fazer passar vendo filmes e pesquisando, olhar nos olhos sempre, ter auto-estima, saber adaptar-se ao novo, prever circunstâncias e estar sempre vestido muito bem alinhado fez com ele se destacasse. Mais do que isso, seu talento de fraudar o salvou e assim ele foi reconhecido já em 1974, quando muda de lado e vai trabalhar como o implacável identificador de fraudes.

Mas, como nem sempre a arte imita a vida, é melhor nos manter somente com as qualidades de Frank no mundo dos negócios, mas com os pés bem firmes no chão lembrando sempre que as práticas de fraude só terminam bem no cinema!!

Curiosidade:
Frank William Abagnale, Jr. (Condado de Westchester, 27 de Abril de 1948) foi um falsificador de cheques e impostor estado-unidense por cinco anos na década de 1960. Atualmente preside a Abagnale and Associates, uma empresa de consultoria contra fraudes financeiras. Sua história de vida serviu de inspiração para o filme Catch Me If You Can ("Prenda-me se for capaz" no Brasil e "Apanha-me se puderes" em Portugal) , baseado em sua biografia não oficial de mesmo nome. Foto ao lado em 2007.

Prenda-me Se For Capaztitulo original: (Catch Me If You Can)
lançamento: 2002 (EUA)
direção: Steven Spielberg
duração: 140 min
gênero: Policial
Elenco: Leonardo DiCaprio (Frank Abagnale Jr.)
Tom Hanks (Carl Hanratty)
Christopher Walken (Frank Abagnale, Sr.)
Martin Sheen (Roger Strong)
Nathalie Baye (Paula Abagnale)
Amy Adams (Brenda Strong)
James Brolin (Jack Barnes)
Brian Howe (Earl Amdursky)
Frank John Hughes (Tom Fox)
Steve Eastin (Paul Morgan)
Chris Ellis (Agente Especial Witkins)
John Finn (Diretor-assistente March)
Elizabeth Banks (Lucy)
Ellen Pompeo (Marci)
Nancy Lenehan (Carol Strong)
Jennifer Garner (Cheryl Ann)
Frank Abagnale Jr. (Policial francês)


12 de março de 2010

Elizabeth I: Rainha da Inglaterra




Rainha da Inglaterra e da Irlanda, a última das governantes da dinastia Tudor. Durante o reinado de Elizabeth, a Inglaterra tornou-se uma potência mundial. Filha de Henrique VIII e sua segunda esposa, Ana Bolena, que foi decapitada quando Elizabeth (nascida Isabel) tinha 3 anos, ela nasceu em Greenwich, perto de Londres, em 1533. Isabel passou a infância fora da Corte, estudou línguas, música e dança. Voltou à Corte ao cair nas graças da sexta esposa de Henrique VIII, Catherine Parr, e sobe ao trono em 1558, após a morte de seus meio-irmãos Eduardo VI e Maria I.


Sob o nome de Elizabeth I, ela implantou definitivamente o protestantismo e a Igreja Anglicana na Inglaterra. Enérgica e autoritária, perseguia católicos e membros da seita presbiteriana dos puritanos. Temendo conspirações dos católicos, Elizabeth aprisionou e mandou decapitar em 1587 Mary Stuart, sua prima e rival, rainha católica da Escócia. É o pretexto para a declaração de guerra do católico Felipe II, rei da Espanha, que tenta combater as incursões inglesas nos territórios coloniais espanhóis. A vitória sobre a frota espanhola, a Invencível Armada, em 1588, abriu caminho para a Inglaterra se tornar potência colonizadora do Novo Mundo e estabelecer sua supremacia marítima.


Elizabeth desenvolveu o comércio e a indústria e incentivou o renascimento das artes e a liberação dos costumes. A Bolsa de Londres, aberta em 1566, tornou-se um dos principais centros financeiros da Europa. A Companhia das Índias, criada em 1600, expandiu o comércio externo. Durante seu reinado, a literatura teve um grande florescimento. São do chamado Período Elizabetano as obras de William Shakespeare, Edmund Spenser e Christopher Marlowe. Elizabeth jamais se casou, e é conhecida como a "Rainha Virgem".


Isabel I adoeceu em fevereiro de 1603, sofrendo de fraquezas e insónia. Morreu em 24 de março no palácio de Richmond. Com sessenta e nove anos de idade, foi a mais longeva monarca a governar a Inglaterra até sua época. Isabel foi enterrada na abadia de Westminster, ao lado de sua irmã Maria I. O epitáfio de seu túmulo é a inscrição latina "Parceiras no trono e na sepultura, descansamos aqui duas irmãs, Isabel e Maria, na esperança de uma ressurreição".

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5 de março de 2010

"Uma Linda Mulher" - Atendimento ao Cliente


Todo mundo sempre me pede um filme sobre Atendimento ao Cliente. Como aqui tentamos falar mais de gestão de pessoas, na parte interna das organizações, essa parte fica um pouco eclipsada nos textos e nos eventos do Cine Gestão. Mas aí parei para analisar. A mesma postura que eu tive ao deixar de lado o público externo é a mesma adotada por boa parte dos funcionários que está aí no mercado. Deixamos de pensar na importância do público externo quando olhamos apenas para o nosso umbigo. O público externo (consumidores, clientes, como quiserem chamar) não é só aquele que entra em uma loja, contrata um serviço ou gasta dinheiro em algum lugar ou projeto. Mais do que isso, ele um dos responsáveis por divulgar a boa imagem de uma organização e recomendar essa ou aquela marca para outras pessoas. Um verdadeiro outdoor humano.

Pense. Você trabalha em algum tipo de prestação de serviço. Todos os empregos do mundo prestam algum tipo de serviço a alguém (me ajudem se acharem algum que não seja assim, porque eu não lembro). Então, porque desprezar aqueles que te dão retorno direto, simplesmente por aparência, por gosto ou por simplesmente não ter achado que o cliente era bom?

Como estamos no “Especial Mulher”, o filme não poderia ser outro, senão um dos grandes filmes de mulher no cinema. “Uma Linda Mulher” traz o clássico exemplo (tão, tãaao explorado no mundo dos treinamentos de atendimento) da vendedora das lojas chiques e grifes caras que esnoba a personagem de Julia Roberts por causa de sua aparência.
Veja o vídeo abaixo:




Como todos sabemos, ela dá a volta por cima, porque está sendo bancada por 1 semana pelo personagem de Richard Gere (não estamos discutindo a moral do filme). Após essa cena, Vivian vai chorar as pitangas com o então acompanhante, que a leva pessoalmente a outras lojas incríveis onde, não só ele paga pelo que ela for comprar, como pelo tratamento diferenciado que ela recebe. O resultado: a cena antológica do “Big Mistake. Big. Huge” (Grande erro. Grande. Imenso) quando Vivian esnoba a vendedora que a tinha humilhado.
Veja o vídeo do final feliz de Vivian – pelo menos na cena – e o do infeliz da vendedora. E pense em como você está tratando o seu público externo.




Uma Linda Mulher
("Pretty Woman")

Dir.: Garry Marshall
Elenco: Julia Roberts, Richard Gere, Ralph Bellamy, Jason Alexander.

Duração: 119 min.
DISPONÍVEL EM DVD